t2.nano

AWS EC2 – Mudei do Ubuntu para o CentOS

“Aviso este artigo não usa língua culta. Acabei de sair da Deciclopédia e você imagina né?”

Por muito tempo usei o Ubuntu em servidores virtuais. Em casa a mais de 10 anos uso o ArchLinux. O Ubuntu para servidores não é ruim e é muito fácil a configuração e diversos scripts de configuração aceleram o setup e o repositório é completo.

Porém um dia desses ao instalar o Drupal deu um ‘PAU’ no mysql que corrompeu o banco de dados e fiquei a ver navios. Como era uma instalação tentei reinstalar tudo. Bom. Eu nunca gostei do apt-get afinal estou acostumado ao modo Arch de fazer as coisas. Fui então tentar reinstalar tudo novamente e a coisa ficou feia. Aquele dpkg não desinstalava as ‘coisas’ por completo então quando eu fui tentar instalar novamente dava conflitos … arhhh!

Até que descobri o CentoOS. Que maravilha! Aquele Yum é rapidinho! Nada de ficar atualizando man pages. Só puxava o necessário. Downloads rápidos. Descompactação veloz! Adorei.

Mas tenho algumas ressalvas quanto a ele:

  • Não consegui instalar o Drupal em uma instância t2.nano. Sempre que rodava o install.php o mysql morria por falta de memória???? Isso nunca me aconteceu no Ubuntu. Tentei criar um swapfile mas não dava certo. O Swapon dizia que o parametro era errado. Nunca vi isso.
  • As configurações não são interativas. não existe a2enmod, a2ensite. É tudo manual. Mas não tenho problemas com isto já que uso o Arch. Mas para alguns pode ser.
  • O repositório é conservador. O PHP disponível no repositório oficial não é suportado pelo Drupal. Tem que adicionar outros repositórios. Isso assusta no começo.
  • O SELinux é loucura!!!! Erros estranhos acontecem com ele. Como tentar gravar em um local com todas as permissões corretas mas o SELinux não deixa. Então preste atenção a isto. O SELinux é muito útil, mas uma fonte de erros estranhos se não for compreendido.

Pessoalmente recomendo o CentOS. E de fato ele é muito usado em servidores.

 

 

AWS EC2 – Mudei de São Paulo para o Oregon

Pelo simples motivo que o valor de uma instância t2.nano em São Paulo é quase o mesmo preço de uma t2.micro, ou até com mais um pouco de grana uma t2.small no Oregon. Veja na tabela abaixo de 16.Fev.2017 :

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Vejamos

Uma instância t2.nano em São Paulo custa 0.0101 $/h enquanto no Oregon 0.0059 $/h. O custo para 720 horas – 1 mês de uso – para São Paulo é 7.272$ e no Oregon 4.248$.

Uma instância t2.micro no Oregon custaria 8.64$ por somente um Dólar a mais, então é melhor pegar uma instância no Oregon não acha?

Tabelinha

Local t2.nano 720 Horas
São Paulo 0.0101 7.272
Oregon 0.0059 4.248
Local t2.micro 720 Horas
São Paulo 0.02 14.4
Oregon 0.012 8.64

Mas …

O Ping é bem maior no Oregon para cá, sem dúvida. No terminal SSH em São Paulo parece que estou localmente. No Oregon há um atraso perceptível. Isso limita o uso para algumas aplicações. Este é um problema também com a DigitalOcean e qualquer servidor fora do Brasil.

Entretanto os downloads dentro da região (America Norte) ficaram muito, mas muito mais rápidos. 

Outro destaque é que houve alguns apagões nas ‘nuvems’ AWS dos EUAs; coisa de 8h fora do ar.